Outubro Rosa: prevenção ao câncer de mama para o ano inteiro

Outubro Rosa: prevenção ao câncer de mama para o ano inteiro

O Sesc Saúde Mulher chama atenção das mulheres para que a prevenção ao câncer de mama se estenda por todo o ano e não somente no mês de conscientização, o Outubro Rosa. Só este ano o programa realizou 10 mil exames de mamografia, 7 mil preventivos e 30.500 atendimentos em ações educativas de promoção da saúde feminina. Os dados reforçam o crescimento do Saúde Mulher que começou em 2012, no Rio Grande do Norte e Goiás, e hoje já está presente em outros 20 estados e no Distrito Federal.

 

 

Mais sobre o Saúde Mulher

O Sesc Saúde Mulher promove ações educativas e realiza exames de mamografia e citopatológico (preventivo) em mulheres, com os objetivos de rastrear e prevenir as doenças que mais atingem o público feminino: os cânceres de mama e do colo do útero. Com ações alinhadas ao Instituto Nacional de Câncer (Inca) e ao Ministério da Saúde, as unidades móveis oferecem equipamento digital para rastreamento do câncer, além de equipes treinadas por profissionais do Hospital de Câncer de Barretos. Está presente nos estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Tocantins, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Distrito Federal.

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Durante os exames, os profissionais do Sesc orientam individualmente cada paciente dentro do caminhão. A equipe que atua é composta por um médico, um técnico em radiologia, um supervisor de Serviços Sociais e um analista de Serviços Sociais, além dos profissionais de apoio.  Os municípios que recebem o caminhão ficam responsáveis por encaminhar as mulheres com algum tipo de agravo para o diagnóstico e, posteriormente, tratamento da doença.

Para mais informações sobre o programa acesse o site do Sesc.

 

 

Outubro Rosa: 6 sinais que podem indicar câncer de mama

Outubro Rosa: 6 sinais que podem indicar câncer de mama

O autoexame pode ajudar a detectar alterações na mama e sinais que devem ser avaliados em exame clínico

O câncer de mama, assim como a maioria dos tumores, pode ser assintomático. No entanto, em muitos casos apresenta sinais que, quando notados, devem ser avaliados por um especialista. Conhecer as mamas para poder notar qualquer alteração é o primeiro passo. A melhor época para fazer o autoexame é alguns dias após a menstruação, quando as mamas estão menos inchadas.
Além do autoexame, a mamografia deve fazer parte do check-up anual da mulher a partir dos 40 anos. Este exame é eficaz para detectar tumores ainda muito pequenos, em estágios iniciais, em que as chances de cura são maiores.

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Preste atenção aos sinais de alerta do câncer de mama:

Nódulo na mama

Este é o principal sinal que pode indicar câncer de mama. A maioria dos nódulos nos seios são benignos, mas a detecção de um deve ser investigada por um médico. Caroços que são indolores, duros e irregulares têm mais chances de ser malignos, mas há tumores que são macios e arredondados.

Inversão do mamilo

Mamilos que afundam, ‘entram’ no peito também podem indicar a doença. Algumas mulheres têm o bico do peito para dentro de nascença. No entanto, se o afundamento ocorrer depois, é importante informar ao médico.

Secreção nos mamilos

O mamilo é um órgão secretor, portanto a secreção mamária é normal, principalmente se sair dos dois peitos. Os ductos secretam um líquido para retirar as células velhas, funcionando como uma espécie de “autolimpeza”. As preocupantes são aquelas incolores (água cristalina) ou com sangue, que podem ser sinal de câncer.

Dor nos seios

De acordo com especialistas, cerca de 60% das mulheres têm dor nos seios, relacionada, na maioria das vezes, à fase do ciclo menstrual ou ao uso de hormônios. A dor mamária deve ser investigada nos casos em que for moderada, forte e constante.

Alteração no tamanho ou formato da mama

Alterações no formato e tamanho da mama também podem ser provocadas por tumores benignos como o fibroadenoma, um nódulo pequeno, com até 3 cm, que aparece depois da adolescência. No entanto, caso a mulher note uma mudança anormal, é importante uma avaliação médica.

Gânglios axilares aumentados

Gânglios linfáticos costumam aumentar de tamanho quando existe um problema próximo, como infecção ou tumores. Também é normal um câncer que começa em outro lugar espalhar-se primeiro para os gânglios. Portanto, uma mudança no volume dos gânglios na axila pode ser um sinal de alerta.

Outros sinais associados ao câncer de mama:

  • Vermelhidão ou inchaço na mama;
  • Assimetria entre as duas mamas;
  • Coceira frequente na mama ou no mamilo;
  • Endurecimento da pele da mama, semelhante à casca de laranja.

Fonte: Instituto Lado a Lado pela Vida. Acesse www.facebook.com/institutoladoaladopelavida.

Outubro Rosa: reconstrução mamária auxilia na recuperação da autoestima

Outubro Rosa: reconstrução mamária auxilia na recuperação da autoestima

A mastectomia, retirada parcial ou total das mamas para extirpar o câncer de mama, prejudica muito a feminilidade e abaixa a autoestima na maioria das pacientes, o que pode desencadear o desenvolvimento de outras doenças como, por exemplo, a depressão.

“A retirada das mamas pode comprometer a autoestima e a identidade feminina das mulheres afetadas pelo câncer, ampliando o sofrimento psicológico, uma dor que transcende o sofrimento configurado pela doença em si. Considerando esses fatores, a reconstrução mamária vai além de uma questão estética e deveria ser considerada como indispensável nas propostas de atenção e tratamento à mulher portadora da doença” afirma a psicóloga Irene Carmo Pimenta.

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A reconstrução mamária é um procedimento cirúrgico, cada vez mais avançado, que é capaz de trazer de volta a autoconfiança e qualidade de vida da mulher. “A cirurgia é complexa e com uma série de variações que dependem das características do tumor, do tipo de tratamento e da mastectomia pela qual a paciente for submetida”, afirma o cirurgião plástico Dr. Marco Cassol.

Nos casos em que a pele e a gordura da região mamária foram preservadas ao máximo, é possível realizar a prótese de silicone logo após a mastectomia. “Já em mulheres que perderam mais tecido, é indicado o implante de um expansor que esticará a pele e aumentará seu volume aos poucos para, em breve, dar lugar a uma prótese de silicone definitiva” comenta o médico.

Nos casos mais radicais, em que a mulher perde uma grande quantidade de gordura e pele (incluindo, muitas vezes, os mamilos e as aréolas) a reconstrução tem que ser feita por meio de um retalho, de uma parte da pele de outra região do corpo, que é utilizada para cobrir o local em que há escassez de tecidos.

“Lembrando que o médico responsável será capaz de opinar sobre qual a melhor opção para cada caso, esclarecer as dúvidas e aprofundar as informações sobre o procedimento escolhido”, finaliza Cassol.

131Dr. Marco Cassol, cirurgião plástico especialista em face feminina

Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o cirurgião plástico, pode responder sobre botox, fios de sustentação da face absorvíveis, silicone nos seios, cirurgia para reduzir as mamas, criolipólise, microlipoaspiração, cirurgia íntima, novidades da área clínica, procedimentos estéticos, entre outros assuntos. Com mais de 15 anos de experiência, é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Site: www.marcocassol.com.br.

Outubro Rosa: ônibus leva informação de prevenção contra o câncer de mama

Outubro Rosa: ônibus leva informação de prevenção contra o câncer de mama

Neste sábado, dia 8 de outubro, o Circuito Casa da Mulher estará no Parque da Aclimação, levando gratuitamente informação de prevenção ao câncer de mama e orientação às mulheres em tratamento. Todo customizado, o ônibus conta com um camarim profissional, sala de atendimento e estrutura para realização de atividades ligadas a conscientização. Haverá dicas de amarração de lenços e turbantes, curso de automaquiagem, cuidados com as mãos, realização de atividade física, curso de artesanato, distribuição de cartilhas e muito mais.

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De acordo com Valéria Baraccat Gyy, fundadora do Instituto Arte de Viver Bem e Casa da Mulher, a informação é fundamental na luta contra o câncer. Só neste ano, a estimativa do Ministério da Saúde é de que 57.960 mulheres recebam o diagnóstico da doença em todo o País. No estado de São Paulo serão 15.770 pessoas. E 5.550 só na capital. “Nesse Outubro Rosa, vamos nos unir a levar informação e prestação de serviço a quem nos dá a vida. Vamos cuidar das nossas mulheres”, afirma.

Valéria conta que as mulheres que retiraram gânglios não podem fazer cutícula. As sem cabelos podem ficar bonitas com bons truques de maquiagem e lenços. “Além disso, muitas mulheres em tratamento perdem seus empregos e estas ação é uma opção de futura geração de renda para elas”, declara.

 

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SERVIÇO:
Circuito Casa da Mulher,  sábado, dia 8 de outubro.
Local: Parque da Aclimação – Rua Muniz de Sousa, 1119, São Paulo – Entrada pelo portão 1
Horário: 8h às 14h

O Instituto Arte de Viver Bem – IAVB

O instituto foi criado há 8 anos pela jornalista Valéria Baraccat Gyy e, desde então, já fez milhares de atendimentos a mulheres em tratamento, 2.000 deles só no ano passado. Já distribuiu 2.5 milhões de cartilhas com informações de prevenção, tratamento e direitos legais. Criou a Casa da Mulher, com espaços multidisciplinares para receber a paciente com carinho e prestar toda a orientação para seu restabelecimento físico, emocional e psicossocial. Realizou as únicas campanhas publicitárias sobre o assunto no Brasil em 12 anos. Com Neymar Jr. e outros atletas chamou a atenção para a causa num dos pontos turísticos mais visitados do mundo, a Times Square. Mobilizou artistas e personalidades e levou o assunto até os campos de futebol para falar do preconceito.

 

 

Suplementação: qualidade de vida para pessoas com doenças reumáticas

Suplementação: qualidade de vida para pessoas com doenças reumáticas

Doenças como artrite, artrose e osteoporose podem ter seus sintomas e efeitos colaterais dos tratamentos abrandados com a reposição da Vitamina D

As doenças reumáticas, ao contrário do senso comum, não apresentam como sintomas apenas dores ósseas ou nas articulações, mas, também, em outros órgãos, como rins, olhos, pulmões e pele. Porém, a suplementação da Vitamina D tem ajudado bastantes pessoas que sofrem com essas enfermidades.

Doenças reumáticas autoimune como a artrite, artrose e osteoporose ocorrem quando o sistema imunológico do corpo ataca seus próprios tecidos, particularmente as articulações. Pelo fato da vitamina D ser conhecida por desempenhar um papel importante na regulação do sistema imunológico e ter sido especificamente associada à ocorrência de outras doenças do mesmo tipo, muitos pesquisadores há muito tempo suspeitavam que a sua deficiência poderia aumentar o risco de problemas nos ossos.

A confirmação desta associação veio em 2010, em um estudo publicado na revista Environmental Health Perspectives que analisou o efeito de fatores ambientais sobre o risco de artrite reumatoide. Pelo fato do corpo produzir vitamina D pela exposição à luz solar, as taxas de deficiência são significativamente mais elevadas em latitudes mais distante do Equador, particularmente entre as pessoas com pele mais escura ou que cobrem regularmente a sua pele com roupas ou protetor solar.

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De acordo com a diretora da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag – Regional Minas Gerais) e farmacêutica, Janete Grippa, com o envelhecimento nossas células vão perdendo a capacidade de se regenerar e nosso sistema imunológico também pode não funcionar bem, reagindo de maneira inadequada e nos deixando mais susceptíveis a determinadas doenças. “Além disso, na faixa dos 40 anos, existe o aumento do sedentarismo, as articulações tendem a ser mais acometidas, pois o exercício físico é fundamental para lubrificar as articulações e manter todo o equilíbrio do organismo”.

Segundo a farmacêutica, a má alimentação também compromete a saúde dos ossos. “ A falta de prática esportiva e os maus hábitos alimentares, com quantidades insuficientes de cálcio, proteínas e outros nutrientes essenciais para saúde dos ossos, pode resultar em osteoporose. Também a falta de tempo para se expor ao sol diariamente, tem levado a maioria dos brasileiros a deficiência de vitamina D, fundamental para saúde dos ossos”, explica.

Muitos pacientes com artrite reumatoide possuem maior probabilidade de ter doenças cardiovasculares devido a inflamação crônica causada pela doença autoimune. Ao diminuir a inflamação e protegendo o coração, a suplementação de vitamina D estende significativamente a expectativa de vida de pacientes com artrite reumatoide.

Um estudo publicado no Archives of Internal Medicine em 2008, descobriu que as pessoas com deficiência grave de vitamina D tiveram duas vezes mais chances de morrerem que aqueles com níveis suficientes, particularmente de doenças cardiovasculares.

Pacientes com artrite reumatoide também são conhecidos por terem um risco maior de desenvolverem osteoporose, um problema que é ainda pior pelo fato de que muitos dos esteroides usados para tratar a artrite reumatoide também podem promover a perda óssea. Aumentando a absorção de cálcio no organismo, níveis mais elevados de vitamina D também podem proteger contra esse efeito.

Pelo fato de muitos remédios para osteoporose não funcionarem bem em indivíduos com deficiência de vitamina D, é especialmente essencial que as pessoas que fazem esses tipos de tratamentos monitorem seus níveis da substância. Janete Grippa ressalta, “a suplementação pode auxiliar muito pessoas que possuem defasagem de nutrientes, porém cada caso é um caso e o paciente deve perguntar ao médico se há necessidade da reposição. É importante também que a pessoa faça consultas regularmente a um especialista para acompanhamento do estado clínico”.

janete-grippa*Janete Grippa é diretora da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag – Regional Minas Gerais)

Sem tempo para academia? Melhore a saúde do seu coração caminhando

Sem tempo para academia? Melhore a saúde do seu coração caminhando

A prática diminui em 9,3% o risco de desenvolver uma doença cardiovascular

Para algumas mulheres que não têm tempo, trabalham fora, cuidam da casa e dos filhos, separar um momento para fazer exercícios é sempre complicado. Para resolver este problema uma dica é a caminhada, um exercício sem contraindicação, que pode ser praticada em qualquer lugar e por qualquer pessoa. Além de democrática, a caminhada é considerada a melhor atividade para o coração, por ser amena e estimular o batimento cardíaco.

Segundo a Associação Americana do Coração, a prática diminui em 9,3% o risco de desenvolver uma doença cardíaca, reduz em 4,3% a probabilidade de apresentar colesterol alto e em 7,2% o risco de sofrer de hipertensão.

Durante uma caminhada, os vasos sanguíneos ficam mais relaxados e dilatados, facilitando a circulação e diminuindo a pressão arterial. Desta forma, o coração trabalha com menos resistência, o que diminui o risco de problemas como infarto e AVC. A atividade também ajuda a controlar os níveis de colesterol no corpo. Ela não só diminui a produção de gorduras ruins (LDL) – que pode resultar em problemas como a aterosclerose, um acúmulo de gordura nas artérias que obstrui a passagem de sangue – como também age elevando os níveis de HDL, o chamado colesterol bom, essencial para o funcionamento do organismo.

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Outro fator de risco para doenças cardíacas, que também pode ser regulado através da caminhada, é o diabetes. Isso ocorre porque a produção de insulina, substância que absorve a glicose nas células, aumenta durante a pratica deste exercício, uma vez que a atividade do pâncreas e do fígado é estimulada.

Apesar da caminhada ser uma atividade mais amena, um estudo da Associação Americana do Coração, publicado no periódico “Asteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology”, mostrou que caminhar tem os mesmos efeitos que correr na redução dos riscos de doenças cardíacas. Segundo os especialistas, caminhar e correr desenvolvem o mesmo grupo de músculos.  Além de proteger o coração, ela também beneficia pulmão e ossos. As trocas gasosas que ocorrem durante a respiração passam a ser mais poderosas quando se caminha com frequência, facilitando a limpeza do pulmão, dilatando os brônquios e prevenindo algumas inflamações das vias aéreas.

A movimentação dos ossos durante uma caminhada faz com que haja maior quantidade de estímulos elétricos, chamados piezelétrico, que facilitam a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a desenvolverem osteoporose. Além disso, pessoas que caminham também controlam melhor o peso.  Segundo uma pesquisa da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, a atividade aumenta o gasto energético, queimando gorduras localizadas. E mesmo após a atividade, a pessoa continua a emagrecer, devido à aceleração do metabolismo.

Setembro Vermelho

As doenças cardiovasculares matam 17,5 milhões de pessoas ao ano no mundo todo – esse número representa 31% de todas as mortes no planeta. De cada três mortes, uma é causada por doença cardiovascular. Elas são a principal causa de morte em pessoas de 40 aos 65 anos e responsáveis por 20% de todos os óbitos em adultos acima dos 30 anos. O Brasil está entre os 10 países com mais mortes por doenças cardiovasculares. Em nosso país elas também são a primeira causa de mortes e o número de óbitos chega a 350 mil em um ano. A principal doença é o derrame, seguido pelo infarto e pressão alta.

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Para fazer frente à essa epidemia silenciosa, o Instituto Lado a Lado pela Vida realiza o terceiro ano da campanha Setembro Vermelho – Siga o seu Coração. Em dois anos de realização consecutiva, o movimento ampliou seu alcance e intensificou suas ações, realizando uma extensa programação por todo Brasil. A mobilização acontece durante o ano inteiro, e se intensifica durante o Setembro Vermelho, com ações dedicadas à adoção de estilo de vida mais saudável.

“Queremos mostrar para a população, através de ações e conteúdos, que a prevenção é um estilo de vida que se deve adotar desde criança e que muitas das doenças do coração são genéticas, mas outras são adquiridas. Por isso, comer bem, praticar exercícios, diminuir o estresse e consultar o médico periodicamente, entre outros hábitos simples, podem salvar o nosso coração”, explica a presidente do Instituto Lado a Lado pela Vida, Marlene Oliveira.

No site do Instituto Lado a Lado pela Vida é possível fazer o download das publicações sobre doenças cardíacas. O link é: ladoaladopelavida.org.br/download.

Quiropraxia: confira a entrevista com o especialista, Bernard Mattei

Quiropraxia: confira a entrevista com o especialista, Bernard Mattei

A quiropraxia é uma ciência que lida com o diagnóstico e tratamento de desordens da coluna. Ela foi desenvolvida por Daniel David Palmer em 1895, nos Estados Unidos. A profissão, que exige nível superior, é reconhecida cientificamente como a que obtém os melhores resultados no alívio das dores de cabeça, lombar e hérnias de discos, assim como melhorando a qualidade de vida de idosos, adultos jovens e crianças, mantendo a coluna vertebral saudável.

Confira o nosso vídeo entrevista sobre o assunto com o especialista, Bernard Mattei.

Filmagem e edição por: Bruna Araújo https://br.linkedin.com/in/brunaaraugio

Sexo: mais de 40% das brasileiras não conseguem atingir o orgasmo

Sexo: mais de 40% das brasileiras não conseguem atingir o orgasmo

A dificuldade de atingir o clímax durante a relação sexual pode estar relacionada a vários fatores diários, como estresse, nervoso, ansiedade, problemas profissionais e até mesmo físicos. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, mais de 40% das mulheres brasileiras não atingem o orgasmo.

Segundo o estudo, uma das razões que explica essa dificuldade está atrelada ao fato de que, quase 50% das mulheres, não praticam a masturbação com frequência e 19,5% nunca nem experimentaram a prática. O que afeta os estímulos femininos e, por isso, a mulher acaba não conhecendo seu corpo e não consegue se comunicar com o parceiro sobre o que a motiva durante a relação.

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De acordo a ginecologista de São Paulo, Maria Elisa Noriler, o sexo faz parte de uma boa qualidade de vida e é importante que as mulheres se sintam confiantes para explorar este lado. Por isso, a especialista citou algumas dicas que podem te ajudar a melhorar a saúde sexual. Confira!

  1. Se conheça! – Utilize a prática da masturbação para conhecer o seu corpo, faz bem e permite se conhecer melhor e saber o que gosta;
  1. Aposte em suplementos naturais – Algumas ervas como a marapuama, manjericão, alecrim, catuaba, tribullus e vitaminas E e C aumentam a libido. “Além de aumentar a disposição e o apetite sexual, esses suplementos também são fitoterápicos (afrodisíacos) o que aumenta não só a libido, mas a potência sexual”, afirma a especialista.
  1. Faça exercícios – Atividades físicas regulares melhoram o fluxo sanguíneo, o que ajuda a acelerar a excitação;
  1. Fique atenta ao seu anticoncepcional – A pílula pode alterar os seus hormônios e prejudicar o prazer sexual. “É importante que a mulher vá a consultas com o ginecologista e analise o anticoncepcional utilizado. Muitas vezes, dependendo do organismo e da pílula, pode haver perda da libido”, afirma a médica.
  1. Controle o consumo de açúcar – Uma alimentação rica em açúcares afeta o organismo feminino e seus hormônios, o que faz eliminar substâncias e nutrientes que contribuem para o maior desejo sexual;
  1. Pense em sexo – Ao fazer isso, você envia estímulos ao cérebro de que está disposta e com vontade de praticar o sexo. Por isso, procure pensar mais no assunto;
  1. Consuma vinho – A bebida contém resveratol e polifenol, substâncias que estimulam o organismo a produzir estrógeno. Logo, aumenta o desejo sexual e intensifica as chances de acontecer um orgasmo.

“No geral, para ter uma boa saúde sexual, além de ficar atenta ao uso da camisinha, é importante seguir uma vida saudável. Ter uma alimentação balanceada, com pouca ingestão de açúcares e alimentos gordurosos, e praticar atividades físicas regularmente são fatores simples que influenciam também na vida sexual”, finaliza Maria Elisa.

Dra-Maria-Elisa-NorilerSobre a especialista: Dra. Maria Elisa Noriler é especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Possui seu consultório particular em São Paulo-SP. Tem participação ativa em congressos médicos, simpósios e reuniões de discussões de casos clínicos. É médica preceptora de Ginecologia e responsável pelo setor de Ginecologia Endócrina InfantoPuberal e Climatério do Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha desde fevereiro de 2010. facebook.com/Dra.MariaElisaNoriler