Categoria: Saúde da mulher

Novidades nos tratamentos minimamente invasivos de coluna são apresentadas em evento

Novidades nos tratamentos minimamente invasivos de coluna são apresentadas em evento

“Técnicas cirúrgicas precisas e seguras: essa é a nova realidade da medicina, aos poucos incorporada por médicos interessados no bem-estar do paciente, em primeiro lugar”

Atualmente, a tecnologia aliada à expertise dos médicos têm proporcionado avanços nas mais variadas especialidades. Uma delas vem para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e dar mais segurança nos procedimentos realizados. A cirurgia minimamente invasiva de coluna está cada vez mais precisa e simples. Atualmente, já é possível fazer a retirada de uma hérnia de disco por uma mínima abertura. Tais inovações são aos poucos incorporadas à medicina.

Pensando na importância de cada uma dessas novidades é que eventos como o XIII Simpósio Internacional de Cirurgia e Técnicas Minimamente Invasivas de Coluna (XIII SIMINCO) e o V Congresso Brasileiro de Cirurgia e Técnicas Minimamente Invasivas de Coluna (V COMINCO), que acontecem nos próximos dias 27, 28, 29 e 30 de julho, no Hospital São José da Beneficência Portuguesa de São Paulo (27) e WTC Brasil (28, 29, 30) são tão importantes. O evento já é tradicional na comunidade médica e conta com a liderança do Dr. Pil Sun Choi, referência na área de cirurgia minimamente invasiva de coluna.

SIMINCO (1)
Nova técnica promete alívio para o refluxo

Nova técnica promete alívio para o refluxo

Um nova técnica de tratamento para o refluxo já está disponível no Brasil. Ela consiste na implantação de um dispositivo, chamado EndoStim, de forma minimamente invasiva, na região do esfíncter inferior do esôfago para a sua estimulação elétrica, a fim de corrigir problemas no seu funcionamento.

Saúde respiratória: como proteger as crianças no inverno

Saúde respiratória: como proteger as crianças no inverno

No inverno é comum que a circulação de vírus diversos se intensifique, aumentando consideravelmente o número de casos de infecções respiratórias. E isto, pode ser um alerta aos pais, que precisam estar atentos nos cuidados com os pequenos, uma vez que as crianças costumam ser as mais afetadas.

Segundo o Dr. Alfonso Eduardo Alvarez, vice-presidente do Departamento de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), entre as principais infecções que podem atingir os pequenos no período mais frio do ano estão os resfriados, a gripe e a bronquiolite. 

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O pneumologista explica que os resfriados comuns não são virais e costumam apresentar quadros de tosse, escorrimento e secreção nasal, necessitando de cuidados mais básicos como bastante hidratação e limpeza nasal. “Com medidas simples, é possível coibir a evolução do caso. Se não cuidada, a secreção pode migrar para o ouvido, causando a sinusite, que precisa de tratamento com antibiótico”, alerta o especialista.

Já a gripe, diferente do resfriado, é provocada pelo vírus influenza e pode ter um comportamento bem mais agressivo. Dr. Alfonso conta que os principais sintomas apresentados pelo paciente são febre alta, tosse, mal-estar, dor no corpo e dificuldade em respirar. Quanto às formas de tratamento, Alvarez destaca a vacina e o medicamento antiviral. “O cuidado nesse caso é fundamental para evitar o desencadeamento de outras complicações graves, como a pneumonia”, explica.

Por último, a bronquiolite pode se manifestar em crises de chiado no peito, sendo provocada pelo vírus sincicial respiratório. Essa infeção pode levar a quadros de insuficiência respiratória e internação, caso não seja tratada corretamente.

Formas de prevenção

A forma mais eficaz de proteger as crianças nesse período do ano é evitar a exposição aos vírus, presentes especialmente em lugares fechados ou com grandes aglomerações – a ser evitados para prevenir o quadro. “Principalmente nos dois primeiros anos de vida, estas doenças podem ser mais perigosas, por isso a atenção deve ser redobrada”, afirma.

Nas escolas, classes com maior quantidade de alunos são mais propensas a transmissão destas patologias, devido ao número de crianças no mesmo ambiente, o que pode facilitar a sua propagação. “É fundamental manter a imunização atualizada com as vacinas, sobretudo contra a gripe, que pode ser aplicada a partir dos seis meses de idade. O impacto do vírus poderá ser menor e prevenir o agravamento do quadro”, conclui. 

Dicas de prevenção

  • Estimular a criança lavar bem as mãos com água e sabão;
  • Adotar o uso com álcool em gel;
  • Para as crianças maiores, ensinar a evitar a levar as mãos sujas aos olhos, boca ou nariz;
  • Para as menores, manter as mãos sempre limpas;
  • Evitar ir com as crianças em ambientes com aglomeração;
  • Limpar a casa com pano úmido;
  • Oferecer sempre bastante líquido;
  • Lavar o nariz da criança com soro fisiológico;
  • Usar umidificador para evitar o ressecamento das vias aéreas.

 

Mamães, alguma dica para compartilhar? Deixe nos comentários!

 

Dr. Alfonso-Eduardo-Alvarez*Alfonso Eduardo Alvarez é pneumologista e vice-presidente do Departamento de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).

Multimorbidade: veja ela como atinge a vida e a rotina dos idosos

Multimorbidade: veja ela como atinge a vida e a rotina dos idosos

Multimorbidade é a situação em que a pessoa vive com duas ou mais doenças crônicas, como asma, problemas na coluna, reumatismo, hipertensão, diabetes, câncer, entre outras. Esta condição é uma realidade no cenário de envelhecimento da população mundial, atingindo dois em cada três idosos.

Para entender como a multimordidade afeta o dia a dia dos idosos, e como a situação deve ser administrada em meio a tantos tratamentos e ingestão de medicamentos, entrevistamos a médica e coordenadora do Núcleo de Atenção à Saúde da Unimed do Brasil, Silvia Esposito.

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1. Como o idoso consegue lidar com tantos medicamentos e com os diferentes efeitos de cada um deles?

Para que o idoso possa gerenciar a utilização de diversos medicamentos e seus efeitos, o mais recomendável é que ele possa contar com um médico generalista, como médico de família, responsável pela coordenação do cuidado. Este profissional pode avaliar as interações medicamentosas para melhor adequação, se necessário. Devido à dificuldade em encontrar este perfil médico também é possível buscar o atendimento junto a um geriatra.

2. Com tantos médicos dando instruções diferentes para cada doença, como o idoso define quais são os cuidados prioritários?

O paciente deve sempre seguir as recomendações do médico generalista, pois é este profissional que fará a coordenação do cuidado a partir da visão completa do histórico deste paciente.

3. Quais as alternativas do paciente para promover melhorias em sua qualidade de vida?

Sugerimos que o paciente, ou seus familiares e cuidadores, aprendam comportamentos importantes de autocuidado. Desta forma, junto à equipe de saúde coordenadora do trato, será mais fácil prevenir problemas e saber o que fazer, ou quem procurar, na ocorrência de condições adversas.

4. É possível que o paciente coloque os diferentes especialistas que o acompanham em contato para obter orientações completas? O geriatra tem esse papel?

Sim, o geriatra pode ter este papel. Há instituições que já começaram a utilizar prontuários eletrônicos para integração dos dados e auxílio no conhecimento do histórico integral do paciente.

5. Qual o papel do sistema de saúde, seja público ou privado, para garantir a assistência eficiente a esses pacientes? Como estão estruturados hoje?

De modo geral o modelo de assistência à saúde precisa ser reformulado. É fundamental investir na medicina preventiva e em ações integradas que beneficiem a qualidade de vida dos beneficiários de planos de saúde, pois o sistema público não está adequadamente dimensionado, o que acaba por não efetivar o cuidado integral ao cidadão. O sistema de saúde privado está ainda trabalhando no modelo fee-for-service (pagamento por serviço), que não é sustentável, pois mostra muito desperdício e pouca qualidade.

6. Quais as referências em outros países?

Holanda, Inglaterra, Canadá e França estão entre os países considerados referências pelo trabalho desenvolvido com atenção primária à saúde. Esses países alcançaram não só a qualidade do atendimento, por meio de um serviço de atenção primária estruturado, mas também a eficiência nos custos médicos.

Médica-Sílvia-Esposito*Sílvia Esposito é coordenadora do Núcleo de Atenção à Saúde da Unimed do Brasil,pós-graduada em Promoção da Saúde e Medicina do Trabalho e especializada em Pediatria e Alergia Pediátrica. Graduou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos.

Diabetes pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver e ser diagnosticado

Diabetes pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver e ser diagnosticado

Médica alerta para a importância do diagnóstico precoce e como notar os primeiros sinais da doença

Idealizado para conscientizar a população sobre os males do diabetes, o Dia Nacional da Diabetes, comemorado em 26 de junho, chama a atenção para números alarmantes: aproximadamente 30% dos pacientes não sabem que são portadores da doença e até 25% das pessoas recém-diagnosticadas já possuem complicações relacionadas ao diabetes. Para casos de diabetes tipo 2, relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, cerca de 50% dos portadores desconhecem a doença pela falta de sintomas, podendo chegar a um período de cinco a sete anos entre o início e o diagnóstico da patologia.

Segundo a dra. Emanuela Cavalari, endocrinologista que integra o corpo clínico do laboratório Sérgio Franco, o diabetes que não é tratado pode resultar em várias outras complicações micro e macrovasculares, como lesões nos rins, distúrbios neurológicos e doenças coronarianas agudas, como o infarto. Sendo assim, o diagnóstico precoce é imprescindível ter uma diabetes controlada e minimizar os danos da doença.

“O segredo para diagnosticar o diabetes com antecedência é realizar consultas médicas e exames periodicamente, sob orientação do médico”, explica Emanuela, que completa, afirmando que a prevalência do diabetes no Brasil aumenta com a idade: “Enquanto 2,7% das pessoas na faixa etária de 30 a 59 anos têm a doença, o índice pula para 17,4% entre os pacientes com idade entre 60 e 69 anos.”

Diabetes

Diabetes Tipo 1

O diabetes tipo 1, que acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos, é geralmente uma doença autoimune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, o que torna necessárias as injeções para regular a glicose. Para detectar a doença, o paciente pode fazer os seguintes exames: glicemia de jejum, que mede o nível de açúcar no sangue naquele momento, e hemoglobina glicada, que mostra a quantidade média de açúcar no sangue nos últimos três meses – todos oferecidos pelo laboratório Sérgio Franco. Também é necessário atenção caso aconteça a glicemia ocasional elevada (> 200mg/dL), mesmo quando a pessoa não está em jejum. Essa condição, aliada a outros sintomas da doença como emagrecimento, fome e sede excessiva, pode indicar a presença da patologia.

“Além dos exames para confirmar o diabetes, existem também disponíveis exames para auxiliar sua definição etiológica, como os anticorpos que agem contra o pâncreas e seu principal hormônio, a insulina, presentes no diabetes tipo 1, de causa autoimune. Esses anticorpos podem estar presentes meses ou anos antes do diagnóstico da doença, ou seja, na fase pré-clínica do diabetes e em até 90% dos indivíduos quando se detecta hiperglicemia ou um volume excessivo de açúcar na corrente sanguínea”, comenta.

Diabetes Gestacional

É importante que a gestante diabética mantenha seus níveis de glicose controlados, já que bebês de mães diabéticas estão em maior risco de mortalidade em comparação com crianças nascidas de mães sem a doença. A falta de controle glicêmico aumenta a chance de o bebê nascer com anomalias congênitas, especialmente cardiovasculares e defeitos do sistema nervoso central, macrossomia (recém-nascidos acima de 4 quilos), nascimento prematuro, complicações respiratórias e outros distúrbios. É recomendado que a dosagem de glicose dos recém-nascidos de mães diabéticas seja feita logo após o parto, uma vez que esses bebês apresentam um risco maior de hipoglicemia (queda da glicose).

Diabetes Tipo 2

Já o diabetes tipo 2 está relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, sendo mais comum em pessoas que já passaram dos 45 anos. Nesse tipo de patologia, cerca de 50% dos pacientes desconhecem ter a doença por apresentar pouco ou nenhum sintoma, podendo haver um período de 5 a 7 anos entre o início da doença e seu diagnóstico. No caso, a dra. Emanuela reforça que não se deve esperar o paciente apresentar um quadro clínico, e sim rastrear os grupos de risco: pessoas com idade acima de 45 anos ou mais jovens que tenham fatores suscetíveis à doença, como obesidade, hipertensão arterial, alteração do colesterol, ovários policísticos e histórico familiar de diabetes. Para rastrear a doença nesses pacientes, é feita a dosagem da glicemia em jejum.

“Os sintomas iniciais do diabetes tipo 2 podem ser inespecíficos, como tonturas, dificuldade visual, cãibras, disfunção erétil ou, em alguns casos, não ter sintoma algum. Com a progressão da doença, o quadro clínico clássico vai se manifestando com urina, fome e sede em excesso e emagrecimento não intencional. É importante ressaltar que a obesidade não descarta esse diagnóstico, pelo contrário, cerca de 80% dos pacientes diabéticos são obesos. Ao perceber os sintomas o paciente deverá procurar avaliação médica”, afirma a médica.

Segundo a dra. Emanuela, há uma epidemia de obesidade e, nos dias atuais, o número de pessoas com diabetes tipo 2 tem aumentado, acometendo até mesmo jovens e crianças com sobrepeso. “Essa forma da doença pode ser retardada ou prevenida com atividades físicas regulares, dieta saudável e controle do peso. É possível ter uma vida ativa e longa com diabetes, basta manter os níveis de glicose dentro do alvo e seguir a orientação dos especialistas, como o rastreio precoce das possíveis complicações”, aconselha a médica.

*Dra. Emanuela Cavalari é médica endocrinologista e faz parte da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Ressecamento vaginal: conheça as causas e sintomas

Ressecamento vaginal: conheça as causas e sintomas

Em algumas fases da vida, a mulher pode ter problemas com a falta de lubrificação vaginal, e isto pode gerar problemas na vida sexual e principalmente emocional. O ressecamento atinge principalmente mulheres que estão na menopausa ou pós-parto, e a principal razão é a redução na produção do estrogênio, hormônio feminino, pelo organismo. Outro motivo para a falta de lubrificação são os tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia, que também afetam a produção do estrogênio.

Pesquisa inédita mostra que câncer de colo do útero atinge as brasileiras silenciosamente

Pesquisa inédita mostra que câncer de colo do útero atinge as brasileiras silenciosamente

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, encomendada pela Roche, líder mundial em inovação em saúde, entrevistou 5.508 pessoas, entre homens e mulheres, de diferentes faixas etárias, níveis de escolaridade, classes sociais e em todas as regiões do Brasil, com o objetivo de conhecer a percepção da população sobre o câncer de colo do útero, considerando seus estágios inicial e avançado.

>Realizada no primeiro trimestre de 2016, a pesquisa constatou que 73% dos brasileiros não conhecem pessoas que tenham ou que já tiveram câncer de colo do útero. Porém, dados alarmantes do Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimam que mais de 5 mil mulheres morrem por ano em decorrência da doença, o que totaliza uma morte a cada 90 minutos, e deve ter mais de 16 mil novos casos este ano. Considerado o terceiro tipo de câncer que mais atinge as mulheres no Brasil, o câncer de colo do útero é causado pela infecção persistente e não tratada adequadamente de alguns tipos de vírus, entre eles o HPV, mal que atinge 685,4 mil pessoas no Brasil.

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Segundo Dra. Angélica Nogueira, médica oncologista e presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos –  EVA, o conhecimento insuficiente da doença e das ferramentas para sua prevenção e tratamento justificam as altas taxas de incidência, morbidade e mortalidade no país.

Para a especialista, a falta de informação é o principal gargalo para o controle do câncer de colo de útero.  “ O câncer de colo de útero atinge principalmente mulheres  jovens, com poucos anos de estudos (aproximadamente 10% das pacientes com câncer de colo de útero no Brasil não foram alfabetizadas) e com  limitado poder aquisitivo. Mas muitas vezes barreiras culturais se somam a falta de informação , como a vergonha de realizar exame ginecológico ou proibição por parte de companheiros. Por isto a informação sobre as ferramentas de controle, como vacina, exame preventivo de papanicolaou e avanços no tratamento precisam ser globalmente difundidos na população.

No Brasil, 77% das pacientes com câncer de colo do útero são diagnosticadas com a enfermidade já em fases mais avançadas, quando começam a surgir os primeiros sintomas, como sangramentos e dores pélvicas. O ideal é que a doença seja evitada, o que é possível com a vacina e com o exame de papanicoalaou ou seja detectada em seus estágios iniciais. A chance de cura ou controle da doença são diretamente proporcionais a precocidade do diagnóstico. A morbidade relacionada a doença e ao tratamento também aumenta com o avançar dos estágios.

Diante desse cenário, a Anvisa aprovou recentemente a utilização de um medicamento biológico já utilizado em outros países, o bevacizumabe, como a primeira terapia-alvo oferecida para o tratamento do câncer de colo do útero e o único avanço nos últimos 10 anos para tratar a doença em seu estágio mais grave. Trata-se do primeiro medicamento biológico que trouxe o benefício de sobrevida global sem redução da qualidade de vida das pacientes com esta doença. Até então, o tratamento neste contexto era quimioterapia isolada. A escolha da terapia ideal para cada paciente dependerá do estágio da doença e condições clínicas da paciente, comumente sendo necessárias combinações de cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

“É a primeira vez que uma terapia-alvo específica mostrou benefício em sobrevida global em câncer de colo de útero, abrindo novas perspectivas para pacientes, em sua maioria jovens, economicamente ativas e com possibilidades terapêuticas restritas”, finaliza Dra. Angélica.

CONHEÇA MAIS NÚMEROS DA PESQUISA:

  • O câncer de colo do útero o terceiro câncer mais lembrado pela população brasileira, principalmente pelas mulheres;
  • 58% dos brasileiros não sabem ou não conhecem nenhum tratamento para câncer de colo de útero avançado;
  • Entre as mulheres, 51% não citaram colo do útero, ao serem indagadas sobre o tipo de câncer que conhecem, dessas, apenas 29% conhecem os sintomas do CCU;
  •  Em relação à saúde das brasileiras, 27% nunca realizaram ou não costumam realizar o exame Papanicolau, 78% o teste de HPV e colposcopia. Esse dado é mais evidente entre as mulheres mais jovens, de escolaridade fundamental e de classe D/E;
  • Após estímulo com conceito, 33% das mulheres declaram que não conheciam ou não tinham ouvido falar sobre câncer de colo do útero avançado;
  • Há maior fragilidade entre as mulheres que utilizam o serviço público de saúde, as menos privilegiadas economicamente e menos escolarizadas;
  • 81% dos entrevistados acreditam que sem ter plano de saúde é mais demorado o diagnóstico da doença.
  • 84% dos brasileiros acreditam que quando o câncer de colo do útero se espalha por outras partes do corpo, a pessoa tem pouco tempo vida;

INFOGRÁFICO CÂNCER DE COLO DO ÚTERO:

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