Infográfico Direção na Gravidez: veja os cuidados que devem ser tomados

Infográfico Direção na Gravidez: veja os cuidados que devem ser tomados

Muitas dúvidas surgem quando o assunto é direção na gravidez. No antigo Código Brasileiro de Trânsito era recomendada a direção veicular até o quinto mês de gravidez, mas hoje não existe nenhuma restrição.Dirigir na gravidez não é proibido, desde que a gestante se sinta confortável e segura para esta atividade. A maioria dos médicos não proíbe que as grávidas dirijam, entretanto, precisam entender que há riscos e que alguns cuidados devem ser redobrados durante a gestação – principalmente nos últimos três meses.

Cinto de segurança, espaçamento da poltrona e o cuidado na velocidade são itens muito importantes para mamães que dirigem durante a gravidez. O cinto de 3 pontos é o mais indicado para essa fase; se o veículo possuir airbag, afaste o banco o máximo possível pois, com a barriga muito próxima ao volante, freadas bruscas e batidas podem levar ao deslocamento da placenta e ao parto prematuro.

Pelo cuidado necessário durante a gestação e por todas as dúvidas, a Ituran Rastreadores preparou um infográfico com algumas curiosidades, dicas e precauções sobre dirigir grávida. Além disso, são apresentadas informações sobre a cadeirinha e o bebê conforto, itens obrigatórios que diminuem o risco de morte infantil no trânsito e a probabilidade de acidentes.
Infografico - Direção na Gravidez

Sobre a Ituran

Com atuação no Brasil desde 2000, a Ituran Rastreadores (ituran.com.br) é uma das principais empresas no mercado de monitoramento de veículos. Oferece proteção para carros, motos, frotas de ônibus e caminhões com qualidade e competência, com tecnologia avançada de rastreamento. Quando se trata da recuperação de veículos roubados ou furtados, a empresa é um ícone de eficiência, pois se preocupa recuperar o veículo no menor tempo possível e fornecer o suporte necessário para o cliente.

*Publieditorial

Gestação: veja quais são os principais incômodos no verão

Gestação: veja quais são os principais incômodos no verão

As altas temperaturas do verão costumam causar incômodos para a maioria das pessoas, mas para as grávidas o calor do verão é um tormento, principalmente quando elas já estão com aquele barrigão dos meses finais de gravidez.

O ginecologista e obstetra Claudio Basbaum, membro do Corpo Clínico do Hospital São Luiz em São Paulo, destaca que a elevação na quantidade de hormônios no organismo da gestante promove a dilatação dos vasos, tanto arteriais quanto venosos, predispondo ao aparecimento ou piora das varizes nos membros inferiores, alterações que contribuem para o inchaço nos pés e nas pernas , assim como para a queda de pressão arterial, tão comuns nos meses de verão e sobretudo na segunda metade da gestação.

Um outro cuidado importante é com relação a higiene íntima da mulher já que há um aumento na transpiração que propicia um ambiente favorável para o surgimento de assaduras e  para o crescimento de fungos e bactérias.  “O recomendado é que sejam utilizados apenas água e sabonetes neutros na higiene genital externa”, completa o especialista.

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Dicas para diminuir o mal-estar e alguns cuidados:

  • Evitar exposição ao sol entre 10 e 16 horas. Além dos já conhecidos riscos causados sobre a pele , a gestante tem muita facilidade de ficar com manchas escuras no rosto e sobre eventuais cicatrizes antigas (Cloasma gravídico);
  • Usar o protetor solar diariamente;
  • Comer alimentos mais leves como frutas e saladas;
  •  Hidratar-se bem. Consumir ao menos 2 litros de água por dia;
  • Utilizar roupas com tecidos leves, evitando os sintéticos e roupas justas;
  • Trocar a  calcinha pelo menos uma vez por dia e dormir sem calcinha é uma boa norma;
  • Lavar e enxaguar bem as roupas íntimas, sem deixar resíduos de sabão. Seca-las ao sol e não dentro do box do chuveiro , onde a umidade facilita a proliferação de fungos;
  • Não permanecer por muito tempo com maiô molhado;
  • Tomar banhos mornos ou frios durante o período, pois refrescam e dão maior bem estar.

 

Cláudio-Basbaum-Ginecologista*Cláudio Basbaum é médico com especialização na Universidade de Paris-França. Professor-Doutor em Ginecologia e Obstetrícia, pioneiro da laparoscopia no Brasil (1967), Introdutor do Parto Leboyer (“Nascimento sem violência”) e da técnica “Shantala” (Massagem para bebês) no Brasil e defensor de técnicas menos agressivas à mulher e ao bebê. Membro do Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Luiz em São Paulo. O ginecologista tem 51 anos de profissão, defende a população feminina de cirurgias mutiladoras desnecessárias há 18 anos, através da campanha “Mulheres, Salvem seus Úteros!”. (www.claudiobasbaum.med.br) É pioneiro e introdutor no Brasil de diversas técnicas avançadas em medicina como a laparoscopia (1967), videocirurgia – (videolaparoscopia e videohisteroscopia)- 1988 e a embolização para eliminação dos miomas uterinos, desde o ano 2000, procedimentos mini-invasivos de máxima eficácia terapêutica e com um mínimo de trauma e rápida recuperação.

Folia e Salto alto: combine os dois, sem prejudicar a sua coluna

Folia e Salto alto: combine os dois, sem prejudicar a sua coluna

Nem muito alto, nem muito baixo, saiba qual o melhor tipo de sapato para usar na ocasião

Ele está chegando. A maioria adora. Tem quem diga que o ano no Brasil só começa depois que ele passa: o Carnaval. Só de ouvir falar, tem gente que já sai sambando. As mulheres aproveitam a data para fazer aquela produção e subir no salto, sem hora para acabar. Mas, é bom ficar de olho, pois subir no salto pode, literalmente, fazer mal para a saúde da coluna. “É muito comum recebermos mulheres com dores nas costas, após uma festa na qual usaram saltos altos”, afirma o ortopedista Pil Sun Choi, coordenador do Grupo de Cirurgia de Coluna Minimamente Invasiva do Hospital S. José da Beneficência Portuguesa de SP.

A dor ocorre por que esse tipo de sapato desloca o centro de gravidade do corpo para frente, causando um desequilíbrio. Essa desproporção sobrecarrega as estruturas das vértebras causando uma curvatura excessiva da coluna para dentro, o que os médicos chamam de lordose lombar. Por isso, vale prestar atenção nas dicas abaixo,
para que o Carnaval deixe só lembranças boas.

O TAMANHO DO SALTO

O ortopedista explica que o salto ideal para o dia a dia, que prejudica menos à coluna, deve ter entre três e cinco centímetros. “Saltos maiores devem ser reservados aos eventos e, mesmo assim, a mulher deve estar preparada para ter dores nas costas e nos pés”, diz.

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OS TIPOS DE SALTOS – VANTAGENS E DESVANTAGENS

SALTO AGULHA

Esse tipo de calçado é menos confortável, porém, podem ser usados por mulheres que já estão acostumadas e não têm problemas em se equilibrar nesse tipo de salto.

SALTO BICO FINO

Esse salto favorece a formação de joanete, espécie de calo que se forma no dedão do pé. No entanto, pode ser usado, com moderação.

SALTO QUADRADO

Por ser mais confortável e dar estabilidade, esse tipo de salto é menos prejudicial do que os citados acima.

ANABELA

Caso o calçado tenha 10 centímetros de salto, ele pode provocar dor na planta do pé. Isso acontecer por que, nesse caso, 90% do peso do corpo são transferidos para a parte anterior do pé, causando um desequilíbrio.

SAPATOS SEM SALTO

Não há problema em usar, de vez em quando, mas esse tipo de calçado também pode fazer mal. A falta de apoio pode gerar lesões por sobrecarregar outras partes do corpo.

PLATAFORMA

Esse é o salto alto mais recomendado pelos médicos, justamente pela estabilidade que ele dá a coluna. No entanto, vale ressaltar: a diferença ente a parte anterior e posterior do calçado não deve ultrapassar quatro centímetros.

VAI FICAR MUITO TEMPO EM PÉ?

O médico recomenda, nessa situação, alternar o apoio dos pés, isto é, manter um pé esticado e outro ligeiramente dobrado, ora no pé direito e ora no esquerdo. Esse hábito irá retificar a lordose lombar e diminuir a sobrecarga nas estruturas da coluna.

SOBRE O GRUPO DE CIRURGIA DE COLUNA MINIMAMENTE INVASIVA DO HOSPITAL S. JOSÉ DA BENEFICÊNCIA PORTUGUESA (GCCMI)

Liderado pelo médico ortopedista Dr. Pil Sun Choi, o Grupo é referência nacional e internacional em cirurgia e técnicas minimamente invasivas e promove pesquisa e educação médica continuada de especialistas em coluna vertebral. O Grupo atua no Hospital São José da Beneficência Portuguesa e é composto pelos médicos Pil Sun Choi, Wilson Dratcu, Marcelo Perocco, David Del Curto e Pedro Pierro, Atuzi Mizi Junior e Luiz Meirelles.